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HIGIENE ÍNTIMA DA MULHER

Woman holding hands in heart shape on her belly. Closeup

Práticas de Higiene Íntima mais comuns e seus riscos

Diversos estudos que estudam os comportamentos de higiene íntima focam-se especialmente na irrigação vaginal, existindo indicativos de que a sua utilização varia, com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) a reportar que cerca de 20% das mulheres com idades entre os 15 e os 44 anos utilizam este método pelo menos 1x por ano[iv].

Figura 1 – Utensílio de Irrigação Vaginal

Esta prática está relacionada com diversos efeitos negativos em termos obstétricos e ginecológicos, desde doença inflamatória pélvica (DIP/PID[1]), diminuição da fertilidade, gravidez ectópica, parto prematuro, cancro cervical, vaginose bacteriana (também chamada de vaginite ou BV[2]) e aumento do risco de contágio patogénico sexualmente transmitido[v].

De acordo com uma sondagem com dados de cerca de 4000 mulheres americanas, as mulheres que realizam irrigações vaginais apresentam mais sintomas de vaginose bacteriana do que aquelas que não o fazem. Os mesmos indicativos também referem que, apesar disto, não existe correlação entre a lavagem vaginal e a incidência de BV. Dos dados desta amostra foi ainda possível verificar a existência de uma associação significativa entre a prevalência da vaginite bacteriana e o uso de toalhitas íntimas[vi].

 

Ozonoterapia como Solução

Figura 2 – Aplicar sobre a zona íntima, fazer espuma com água e depois enxaguar abundantemente.

Activozone Intima Hygiene

Formulado com uma mistura equilibrada de óleos vegetais ozonizados, tensioactivos muito suaves naturais, derivados de aminoácidos e extracto de aveia, esta formulação apresenta-se sem sulfatos, sem perfume e sem óleos essenciais, respeitando o pH da zona íntima, hidratando profundamente e respeitando o microbioma da zona íntima.

 

Destinado para a higiene íntima diária, favorece a protecção das mucosas mais sensíveis, higieniza, apazigua, alivia e acalma as sensações de desconforto, favorecendo o rápido reequilíbrio da microbiota da pele e mucosas.

 

Notas de Rodapé

[1] PID do inglês pelvic inflammatory disease

[2] BV do inglês bacterial vaginosis

 

Bibliografia & Estudos de Evidência Científica

[iv] Centre for Disease Control and Prevention. Key statistics from the national survey of family growth. 2013.

[vi] The prevalence of bacterial vaginosis in the United States, 2001-2004; associations with symptoms, sexual behaviors, and reproductive health. Sex Transm Dis. 2007 Nov;34(11):864-9.